Partes
Quem é controlador e quem é operador.
- Controlador: condomínio ou administradora cliente - quem define as finalidades do tratamento.
- Operador: Plataforma Vínculo (SaaS) - quem realiza o tratamento por conta e ordem do controlador.
Objeto e duração
Para que e por quanto tempo os dados são tratados.
Tratamento de dados pessoais necessário à gestão condominial contratada - incluindo autenticação, controle de acesso, comunicação, financeiro e módulos operacionais.
A duração do tratamento acompanha a vigência do contrato. Após seu término, aplica-se o regime de retenção legal e, em seguida, eliminação ou anonimização irreversível.
Categorias de dados
Tipos de dados pessoais que circulam pela plataforma.
- Cadastrais: nome, e-mail, telefone, CPF (quando necessário), unidade/bloco/papel.
- Operacionais condominiais: visitantes, encomendas, reservas, ocorrências, votações, comunicados.
- Financeiros: dados de cobrança, comprovantes, histórico de transações (quando o módulo financeiro está habilitado).
- Técnicos de acesso: IP, user-agent, horários de login, ações sensíveis registradas em log de auditoria.
Segurança
Medidas técnicas e organizacionais aplicadas.
- Controle de acesso por papel - cada perfil (porteiro, síndico, morador, administradora) só vê o que cabe à sua função.
- Logs de auditoria - ações sensíveis são registradas para investigação e conformidade.
- Criptografia em trânsito (TLS) e em repouso para dados sensíveis, conforme roadmap técnico evolutivo.
- Resposta a incidentes - em caso de incidente relevante, comunicação ao controlador no menor prazo tecnicamente possível.
Suboperadores
Terceiros que apoiam o funcionamento da plataforma.
A Vínculo se apoia em sub-operadores especializados - infraestrutura em nuvem, autenticação, observabilidade, envio de e-mail transacional. A lista atualizada está disponível mediante solicitação a dpo@usevinculo.com.br.
Todos os sub-operadores estão vinculados a obrigações contratuais equivalentes às deste DPA quanto à proteção de dados.
Transferência internacional
Quando os dados podem trafegar fora do Brasil.
Quando aplicável, transferências internacionais ocorrem sob cláusulas contratuais padrão e salvaguardas técnicas apropriadas - criptografia, segregação de ambientes e controles equivalentes aos exigidos pela LGPD.